domingo, 16 de março de 2008

Crepúsculo de concreto

O sol se esconde
por detrás do prédio
logo a lua sairá
cobrindo de luz o concreto

Há quem vá dormir
Com medo da noite
Olho o céu e vejo
a chuva cair de açoite

Vejo tudo da janela
Com água batendo no vidro
o dia começa a morrer.


Andreia Santana, qualquer dia de 1990, eis um sobrevivente da fogueira.

2 comentários:

Matheus disse...

Ques poemas lindos os seus mamae!!!!! Estou gostando, adorando, amando etc.

Andreia Santana disse...

Obrigada pelo incentivo meu anjo!